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]]>Em 2025, o vídeo responde por 82% de todo o tráfego da internet. Para os profissionais de marketing, é indispensável: 95% consideram o formato essencial, 89% já o utilizam e 88% relatam retorno positivo do investimento.
Os vídeos curtos são os campeões: geram mais engajamento do que versões longas e são a principal porta de entrada para vendas e conversões.


No Brasil, o YouTube é soberano. Em 2024, foi a plataforma de vídeo online mais assistida em qualquer dispositivo, inclusive nas TVs conectadas. São 144 milhões de usuários, o terceiro maior público do mundo. Só em janeiro de 2025, os anúncios da plataforma alcançaram 78,6% dos internautas brasileiros, e o site recebe cerca de 3 bilhões de visitas mensais, ficando atrás apenas do Google.
Já que estamos falando de vídeo, melhor ver tudo isso resumido num belo vídeo que fizemos:
Se você se convenceu de que o vídeo não é apenas tendência, mas estratégia, fale com a Prosa Press. Criamos conteúdos relevantes que traduzem ideias em narrativas visuais impactantes.
A Prosa Press nasceu em 2012 com a missão de transformar ideias em narrativas audiovisuais relevantes. Produzimos comerciais, vídeos institucionais, séries e documentários para TV e streaming. Inovação e pesquisa guiam nosso trabalho, sempre com o desafio de criar conteúdo que potencialize o sucesso de nossos clientes.
Quer repensar a maneira como você cria o seu conteúdo ou da sua empresa? Entre em contato pelo [email protected] . Será um prazer te atender!
YouTube é a plataforma online de vídeos mais assistida no Brasil
https://www.meioemensagem.com.br/midia/youtube-plataforma-de-videos-mais-assistida-no-brasil
Consumo de Vídeo pelos brasileiros (2025)
https://kantaribopemedia.com/conteudo/video-alcanca-9954-dos-brasileiros-e-se-consolida-como-o-formato-mais-estrategico-da-publicidade/
Video Marketing Statistics – DemandSage
https://www.demandsage.com/video-marketing-statistics
Video Marketing Statistics – VisualBest
https://www.visualbest.co/blogs/video-marketing-statistics-2025
Mundo do Marketing – Vídeos curtos
https://mundodomarketing.com.br/videos-curtos-como-o-formato-pode-ajudar-marcas-e-influenciadores
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]]>O post Prosa Talks apareceu primeiro em Prosa Press | Produtora Audiovisual e Documentários Corporativos.
]]>As entrevistas foram gravadas nos eventos internacionais de inovação que a equipe da Prosa Press tem participado. Precisamos estar sempre atualizados para refletir sobre o momento que estamos vivendo e atender os nossos clientes corporativos que precisam embarca na inovação, explica Clovis Travassos, sócio da produtora. A cada semana, novas conversas inspiradoras entram no ar.
Tem assunto para todos os gostos, mas só para quem quiser se preparar para o futuro.

Noam Bardin é o CEO do Waze e conversou sobre como a tecnologia pode melhorar a mobilidade urbana

Nizan Guanaes fez um balanço com os temas mais relevantes discutidos durante o Singularity University Global Summit de 2019

Hugh Herr explica como a tecnologia está sendo usada para reabilitar pessoas amputadas e até mesmo para melhorar a performance em situações cotidianas

Daniel Kraft é o líder da área de Medicina da Singularity University e explica como a Medicina Exponencial pode ampliar a expectativa de vida.

Daniel Laper explica como o IoT vai transformar a vida das pessoas






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]]>Assista ao comentário de Patricia Travassos no Globonews Em Ponto:
Para começar nossa reflexão, pensa no celular. O smartphone passa 24 horas por dia na nossa mão. Eles se transformaram numa extensão do nosso braço mas, como “seres pensantes”, devemos transformá-lo na extensão do nosso cérebro, de modo a aumentar as nossas capacidades (de comunicação, potência e memória) e facilitar a nossa vida.
É nisso que acredita o cientista do Centro de Biônica Extrema do MIT, Hugh Herr. Ele esteve no Brasil para participar do HSM Expo Management 2019 e me deu uma entrevista.
Herr sofreu um acidente enquanto fazia uma escalada, aos 17 anos de idade. Acabou perdendo as duas pernas. Mas para surpresa de todos, com a prótese que ele criou, hoje ele não só caminha normalmente (a prótese obedece aos seus comandos neurais) como ele conseguiu voltar a escalar ainda melhor do que antes.
Ele adapta os pés da prótese de acordo com o tipo de escalada que ele precisa fazer e pode estender a própria altura para alcançar até 3 metros – altura que obviamente ele não tinha antes.
A conclusão dele é que, quando perfeitamente integrado à tecnologia, o homem pode performar melhor. Os grandes desafios são a adaptação perfeita em termos elétricos, mecânicos e dinâmicos. Mas quando é possível ligar o nosso cérebro a um computador, nossa humanidade é, sem dúvida, aumentada.
Os estudos relacionados ao desenvolvimento de próteses para deficientes ou para compensar paralisias estão avançados. Para se ter uma ideia, o próximo passo, para Hugh Herr, é que as pessoas que usam as próteses sejam capazes de sentí-las como parte do corpo mesmo! Não só em relação à identidade, mas no sentido da sensibilidade mesmo.
Agora, o cientista também está desenvolvendo dispositivos para pessoas que não possuem nenhuma deficiência aumentarem suas capacidades.
É uma espécie de exoesqueleto que facilita a caminhada: impulsiona a velocidade e permite saltar mais alto, por exemplo. Nos caso de profissionais de segurança ou de pessoas que precisam caminhar longas distâncias, a ideia é reduzir a fadiga e permitir mais eficiência.
Segundo o Hugh Herr, sabe aquela sensação de caminhar na esteira rolante, que parece que estamos andando nas nuvens? Então, tem até projeto de sapatos de salto alto tornando isso possível. Por enquanto, esses itens não estão no mercado, mas não devem tardar.
Os limites entre homem e máquina estão ficando cada vez mais sutis.
E respondendo à questão feita no início do texto:
Os robôs são máquinas programadas para realizar atividades de precisão, obedecendo a algoritmos ou atualmente a redes neurais capazes de aprender e evoluir com o tempo;
Os androides são robôs que têm formato de gente;
E os ciborgues são pessoas que têm suas capacidades aumentadas na interação com máquinas. E essa interação entre biologia e tecnologia está cada vez mais real.
Assista à entrevista completa no Prosa Talks:
Singularity University Global Summit 2019
.Futuro | Rio: um olhar em 360°
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]]>O post MELIXP 2019 discutiu tecnologia e inovação no mercado de negócios digitais apareceu primeiro em Prosa Press | Produtora Audiovisual e Documentários Corporativos.
]]>Estiveram presentes mais de dez mil profissionais do e-commerce incluindo executivos, empreendedores, vendedores, etc.
O evento abordou temas relevantes para quem atua em e-commerce e para os interessados nos novos meios de pagamentos e trouxe grandes nomes do mercado em palestras e painéis especiais.
A Prosa Press esteve presente no evento. A jornalista Patricia Travassos entrevistou os fundadores do Mercado Livre, Marcos Galperin e Stelleo Tolda. Foi uma conversa descontraída onde os executivos contaram como surgiu a ideia para criar a empresa, as dificuldades e as perspectivas para o futuro.
Assista ao vídeo com os melhores momentos desta entrevista:
Além da entrevista no Painel de abertura, fizemos uma série em vídeos com alguns dos melhores momentos do evento:
Destaques da Entrevista com os Fundadores (Stelleo Tolda e Marcos Galperin)
Tendências em Meios de Pagamentos (Túlio Oliveira – Mercado Livre, Fernando Teles – VISA, Gabriel Leal – XP Investimentos)
A disrupção do comércio (Jason Goldberg)
A arte e a ciência do varejo eletrônico em 2020 (Fiona Swerdlow)
Economia Prateada (Layla Vallias)
Tecnomagia (Lígia Zotini)
Empreendedorismo na visão de profissionais do mercado
Singularity University Global Summit 2019
Pílulas da Longevidade: prepare-se para uma vida melhor
Envelhecer: os desafios da inovação na longevidade
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Por Clovis Travassos e Patricia Travassos
Que a palavra “exponencial” turbina qualquer ideia relacionada ao avanço ou crescimento tecnológico, não há dúvida. Mas será que Darwin incluiria o termo no vocabulário dele para tratar de assuntos relacionados à evolução humana?
Em tempos de convergência das tecnologias, a velocidade de transformação dos negócios, indústrias e até do nosso comportamento têm sido mesmo cada vez maior. As inovações criadas nos últimos 20 anos são mais significativas do que dos 2 mil anos anteriores. Computadores têm acompanhado ativamente esse ritmo. E o nosso cérebro? De que forma a nossa saúde está sendo impactada pela chamada Revolução 4.0, tendo em vista que a medicina é uma grande protagonista deste movimento?
Essas questões levaram a SBCPO a embarcar junto com a Prosa Press no Singularity University Global Summit 2019. No evento realizado em São Francisco, na Califórnia, pela badalada instituição criada no coração do Vale do Silício para estudar o futuro, acompanhamos atentos o conteúdo apresentado no Health Track para oferecer aos nossos associados mais esta fonte de atualização.
Foi uma sequência fascinante de palestras que apresentaram pesquisas científicas e tecnologias voltadas especificamente a oferecer uma melhor qualidade de vida para as pessoas e a transformar o nosso atual “Sistema de Doenças” num verdadeiro “Sistema de Saúde”.
Foi assim que definiu o Dr.Daniel Kraft, sobre a mudança de paradigmas que estão transformando a medicina que se pratica hoje. Durante uma entrevista exclusiva, o médico, pesquisador e líder do departamento de Medicina da SU refletiu sobre as principais tendências para o futuro da medicina. Esse material é um convite para nos mantermos motivados a discutir mais sobre o impacto dos avanços da tecnologia na nossa especialidade e na nossa atuação como profissionais da saúde.
A maneira como pensamos a saúde e as doenças normalmente é compartimentada e dividida em especialidades focadas nas diferentes partes do corpo. O modelo de saúde atual bem que poderia ser chamado “Sistema de Doença”. Afinal, já dedicamos muito mais recursos para tratar as doenças do que para preveni-las. Neste modelo, o paciente visita o médico para consultas eventuais, normalmente, só após o surgimento de algum sintoma.
Temos agora a oportunidade de “ligar os pontos” explorando todo o potencial das tecnologias exponenciais. A convergência das tecnologias digitais e das plataformas sociais tornou possível conhecermos os nossos genótipos e compartilhar nossas informações com o mundo online.
O desafio será deixar de tratar as doenças e passar a prevê-las e preveni-las!
A “medicina exponencial” tem metas bastante desafiadoras: não basta adicionar anos às nossas vidas…é preciso adicionar vida aos anos extras que viveremos, quando nos habituarmos a comemorar aniversários de 150 anos (ou mais). E é aí que entrará a “medicina restaurativa” que se propõe a reverter os efeitos do envelhecimento.
Atualmente existem dados que nos permitem conhecer as principais causas de morte e buscar soluções para combatê-las. Para isso, além do estudo dos fatores genéticos, é preciso observar os comportamentos e hábitos dos pacientes.
Já sabemos que alguns hábitos e comportamentos inadequados (dieta desequilibrada, falta de atividade física, falta de sono, excesso de álcool, fumo, stress e falta de acompanhamento médico) são algumas das principais causas para doenças crônicas que acabam por consumir 80% dos gastos mundiais com saúde.
A convergência das novas tecnologias abre novos campos na área de saúde tais como Biologia Computacional, Sequenciamento Genético, AI & Radiologia, Telemedicina, Medicina Personalizada, Cirurgias Robóticas, entre outros.
Um cenário que contempla a combinação entre as tecnologias disruptivas (sensores, inteligência artificial, IoT, etc) com o uso de sistemas de informação geográficos de diversas camadas (clima, transporte, censo, estrutura, relevo, etc) com outros sistemas com informações dos pacientes (clínica, genética, epigenômica, etc) produzirá ganhos fantásticos que permitirão um diagnóstico mais rápido e mais acurado com cada vez melhores opções de tratamentos.
Atualmente já estão disponíveis inúmeros aparelhos e sensores que permitem capturar dados dos pacientes:
Os inúmeros modelos de smartwatches já monitoram atividades físicas e até fazem eletrocardiogramas. Também já existem (e estão sendo criados) biosensores que medem a pressão arterial, temperatura, índice de glicose no sangue e o padrão de respiração do paciente. São aparelhos, relógios, adesivos, implantes e até mesmo sensores ingeríveis que permitirão todo este monitoramento de indicadores.
Além de medir o peso, as balanças modernas tiram medidas, medem o índice de massa muscular e a quantidade de gordura. Todas estas informações podem estar conectadas ao celular e transmitidas online para uma base de dados compartilhada com o médico.
Já existem soluções inteligentes que envolvem câmeras para monitorar o sono de bebês ou até mesmo os hábitos de alimentação de pessoas idosas (ex.: hidratação, alimentação, etc). Além disso, equipamentos similares aos roteadores de wi-fi acompanham o nosso comportamento e monitoram indicadores relevantes.
Atualmente existe uma infinidade de aplicativos que registram a evolução dos dados médicos de cada paciente. Eles acompanham os principais indicadores e monitoram outros aspectos como, por exemplo, a qualidade do sono e da alimentação.
A nova maleta dos médicos
A maleta dos médicos também deverá se modernizar e novos gadgets serão incorporados. Isto porque já estão disponíveis equipamentos de ultrassom, com recursos de Inteligência Artificial, que podem ser conectados ao celular. Eletrocardiogramas podem ser realizados no Smartwatch e outros acessórios permitem a rápida análise de amostras de sangue pelo smartphone. Estes são só alguns exemplos de recursos que já estão à disposição dos médicos.
Todas estas informações estarão conectadas através da Internet das Coisas (IoMT – Internet of Medical Things) e serão compartilhadas com os médicos e serviços de saúde para um acompanhamento continuado e preventivo baseado em dados. Dados que serão a grande fonte de conhecimento para universidades e empresas médicas mapearem a saúde humana.
Em resumo: seremos monitorados e ficaremos conectados 24 x 7!
Saber fazer as perguntas certas diante de tantos dados será uma habilidade fundamental para os médicos.
Assim como já acontece nos carros mais avançados, algoritmos poderão ser usados para realizar diagnósticos médicos. Já estamos acostumados a ver painéis inteligentes indicando quais as peças estão danificadas e precisam de reparo preventivo ou corretivo. Por que não fazer o mesmo com os pacientes antes que os sintomas apareçam ou que a doença se manifeste?
As bases de conhecimento poderão ser compartilhadas entre os sistemas de saúde e países com o objetivo de melhorar o tratamento das pessoas.
Será que a expectativa de vida tem a ver com o nosso CEP? De acordo com o Dr. Daniel Kraft, este é um fator muitas vezes mais relevante até do que o nosso DNA, já que a qualidade da água, do sistema de vacinação, hábitos no local onde vivemos têm grande influência na saúde das pessoas. Existem estudos que mostram que certas localidades, chamadas de Blue Zones, possuem um conjunto de hábitos de alimentação e atividades físicas que elevam a expectativa de vida média da população.
É preciso entender o que cada paciente valoriza. Enquanto as gerações mais antigas tendem a valorizar o contato pessoal com o médico e ter uma atitude mais passiva em relação aos tratamentos, os jovens podem aceitar (e preferir) o contato à distância e se engajar mais nos cuidados com a saúde. O paciente vira “co-piloto” que vai auxiliar o médico no comando das decisões.
Realidade aumentada
A realidade aumentada já virou febre na Internet em alguns aplicativos que simulavam nossa aparência mais velha ou mais nova. Mas a tecnologia pode ser muito melhor explorada na simulação não só do envelhecimento, mas também dos efeitos causados por maus hábitos. Além disso, a realidade aumentada também pode ser usada para o treinamento de médicos.
A seguir, listamos exemplos de como novas tecnologias podem ser aplicadas na área da saúde com grandes impactos:
Finalmente, porque não produzir um único comprimido com todas as substâncias que seu médico prescreveu? As “Poly Pills”, produzidas sob medida para cada paciente, poderão ser uma realidade em breve.
O Dr.Daniel Kraft é bastante otimista em relação ao futuro e acredita que a Medicina Exponencial terá um papel fundamental para ampliar a expectativa de vida das pessoas. Segundo ele, a Inteligência Artificial não substituirá médicos e enfermeiros, mas exigirá deles uma real mudança de postura. Esses profissionais precisarão, obrigatoriamente, saber usar a tecnologia, formulando as perguntas certas para a partir do enorme volume de dados, obter conclusões que os ajudem a fortalecer a sua relação com os pacientes. Assim, essa relação de confiança nunca será substituída.
Como eliminar doenças crônicas com a alimentação?
Pílulas da Longevidade: prepare-se para uma vida melhor
Envelhecer: os desafios da inovação na longevidade
Singularity University Global Summit 2019
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]]>O post Dispositivos de proteção evoluem com novas tecnologias apareceu primeiro em Prosa Press | Produtora Audiovisual e Documentários Corporativos.
]]>Ok, prever um acidente ainda não previne o acidente. Mas na velocidade em que a tecnologia está evoluindo isso também não vai demorar a acontecer. Aliás, é para onde estão mirando os carros autônomos – que vão ser capazes de “conversar” entre si para justamente evitar colisões.
Mas, confiram que exemplo interessante que já está em prática lá na Suécia:
Essa espécie de gola é um capacete para ciclistas urbanos que garante ser 8 vezes mais segura do que o capacete comum.
Ela funciona como um airbag, mas com uma diferença fundamental: O capacete abre antes do impacto acontecer.
Mais um avanço da Inteligência artificial turbinada com uma novidade: a chamada computação de borda. O Daniel Laper, que é especialista em Internet das Coisas, me explicou que essa é uma tendência que aproxima duas coisas o poder computacional de sensores, na ponta. O que torna possível o processamento local de muitos dados, permitindo que um dispositivo seja tão inteligente quanto imediato nas suas respostas.
Com essa tecnologia, o tal capacete, por exemplo, consegue monitorar e processar localmente cerca de 200 movimentos que o ciclista faz por segundo. Esses dados são cruzados com registros de acidentes de bicicleta que aconteceram no passado (um big data de imagens em fotos, vídeos) e geram conclusões para o capacete diferenciar um pequeno desequilíbrio de uma provável queda e reagir de forma assertiva, evitando erros. Afinal, o capacete nem pode deixar de ser acionado em caso de acidente, nem tampouco deve ser acionado sem necessidade. No susto, ele poderia acabar provocando a queda. O que é surpreendente é que, com essa tecnologia, o dispositivo não precisa estar conectado à internet. Então, ele já funciona hoje, sem 5G.
Agora, pare um pouquinho de ler esse texto e reflita: você confiaria cegamente na tecnologia a ponto de abandonar o capacete convencional de bicicleta e substituir por esse tão inovador? Essa é uma pergunta que a gente vai cada vez mais se fazer…
E para responder da melhor forma, precisamos desenvolver um pensamento crítico, buscar informação para não virarmos reféns da tecnologia. Muito pelo contrário: devemos tirar o máximo proveito dela à medida em que evolui.
Impressão 3D promete transformar mercados
Singularity University Global Summit 2019
Melhores filmes sobre Inovação e Negócios
Pílulas da Longevidade: prepare-se para uma vida melhor
Envelhecer: os desafios da inovação na longevidade
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]]>Há quem diga que o futuro vai sair de uma impressora 3D!!
E há fortes indícios de que isto já está acontecendo. O uso dessa tecnologia vem crescendo de forma acelerada motivada pela combinação de dois fatores fundamentais:
Em fase de pesquisa e desenvolvimento, ainda fora do mercado comercial, é possível encontrar de tudo, em todos os setores:
No Brasil, o efeito mais interessante da impressão 3D que já está acontecendo e eu gostaria de destacar é menos sobre tecnologia e mais sobre humanidade.
Uma verdadeira comunidade de voluntários está se unindo em torno da possibilidade de imprimir próteses de mãos e braços em impressoras 3D. São pessoas como o engenheiro Eduardo Gomes que já imprimiu e doou cerca de 30 próteses infantis.

A impressão 3D possibilita que, em cerca de 20 horas, seja produzida uma prótese, sob medida, por um custo de cerca de 100 reais.
Duas associações estão viabilizando isso no Brasil: a E-nable Brasil e a Associação Dar a Mão, que foi criada em 2015 pela mãe da menina Dara, no norte do Paraná. Ela nasceu sem uma das mãozinhas e motivou a mãe a buscar uma solução.
Eu conversei com o Everton Lins, representante da E-nable Brazil, e ele me contou que, no método convencional, o prazo de produção de uma prótese é no mínimo de 6 meses, desde o momento em que o paciente é atendido para tirar suas medidas até receber a prótese. No caso das crianças, muitas vezes, quando a prótese fica pronta, ela já não serve mais.
Hoje, qualquer pessoa que tenha uma impressora 3D pode se inscrever como voluntária e baixar o código aberto de programação, proibido para fins comerciais. O voluntário fica responsável pela doação do material, pela mão de obra e, claro, pelos eventuais custos relacionados à impressora.
É a democratização do acesso e a redução do tempo e do custo. Quando tecnologia e propósito se unem, o resultado é lindo de se ver e divulgar.
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Melhores filmes sobre Inovação e Negócios
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]]>O post Aprender, desaprender e reaprender apareceu primeiro em Prosa Press | Produtora Audiovisual e Documentários Corporativos.
]]>A transformação digital tem exigido das empresas e, claro, dos profissionais de todas as áreas uma enorme capacidade de se abrir para o novo. Para quem já está no mercado de trabalho, além de aprender precisamos exercitar o “desaprendizado” para abandonar velhos hábitos e não resistir à inovação.
Até outro dia, o QI era o melhor indicador da capacidade intelectual das pessoas. Aí foram surgindo outras formas de medir a nossa inteligência: a emocional, a espiritual e agora surge o QA: que é o coeficiente de adaptabilidade, segundo o professor da Singularity University Amir Toufani.
Sabe aquela expressão que diz assim: “ah, isso é igual andar de bicicleta”! Quando você aprender, nunca mais esquece. Então, fora os nossos valores éticos (que precisam ser bem sólidos), precisamos estar dispostos a, sim, desaprender e abrir mão de velhos hábitos.
Olha como isso é difícil:
O cientista americano Destin Sandlin fez uma experiência divertida: ele inverteu a lógica da bicicleta. Quando a gente vira o guidão para a esquerda, a roda vai para a esquerda, certo? Ele inverteu isso. E desafiou pessoas no mundo todo a andar nessa bicicleta. Ninguém consegue andar mais do que um metro de distância porque o cérebro delas foi treinado a sempre fazer o oposto.
Bom, ele insistiu. Levou 8 meses para conseguir andar na nova bicicleta. Aí, ele desafiou o filho, de 6 anos. Em duas semanas, o menino fez o mesmo que ele levou 8 meses para fazer. Isso mostra não só a incrível capacidade de aprendizado do cérebro infantil, mas o esforço que é exigido de um adulto para abandonar velhos hábitos. Bom, obviamente, ele desaprendeu a andar na bicicleta normal, né? Mas, em 20 minutos, pegou o jeito de novo.
Tudo isso para dizer que as novas tecnologias estão exigindo isso do nosso cérebro: a criação de novos caminhos neurais para estimular a criatividade e ampliar a nossa capacidade de criar novos modelos.
Uma companhia de comédia em Barcelona criou uma saída super criativa para aumentar o faturamento, aumentando o preço dos ingressos sem ser antipática. Instalou tablets com reconhecimento facial em cada poltrona e passou a cobrar por risadas. Ou seja: quem não gostou da peça e não riu, não paga. E quem gostou, paga mais, claro. Mas certamente, paga com prazer.
Cada sorriso custa 30 centavos de Euro.
Bom, o faturamento da cia aumentou em 35% e a média do valor de cada ingresso subiu 6 euros.
É um exemplo inspirador para gente que é empreendedor se perguntar todos os dias o que pode fazer diferente.
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]]>O post Insights para criar o futuro que queremos apareceu primeiro em Prosa Press | Produtora Audiovisual e Documentários Corporativos.
]]>Diante dos inúmeros desafios da atualidade, a Fundação Autodesk se concentra em projetos que visam gerar impactos nos seguintes pilares:
A Autodesk e a sua Fundação dedicam tempo de seus colaboradores e aplicam seus softwares de engenharia e design para promover a redução da emissão de carbono e preparar comunidades para o futuro, por meio da resiliência e do trabalho.
“O poder computacional pode solucionar nossos maiores desafios. E quanto mais os custos caem, maiores as chances de usar tecnologias para salvar vidas”, afirma Joe Speicher.
Assista à entrevista completa no Prosa Talks:
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]]>O post O que é a Medicina Exponencial? apareceu primeiro em Prosa Press | Produtora Audiovisual e Documentários Corporativos.
]]>Você já ouviu falar em Medicina Exponencial? A palavra exponencial vem sendo usada pra turbinar tudo o que ganha o reforço da tecnologia. Mas no caso da medicina, não é exagero dizer que os cuidados com a nossa saúde tem condições de se transformar por completo, exigindo uma nova postura tanto dos médicos, quanto dos pacientes. Que ver?
Quantas vezes por ano você vai ao médico? Normalmente, as pessoas fazem uma ou duas visitas anuais. Algumas só procuram um profissional de saúde quando sentem algum desconforto? Então, imagine a possibilidade de ter a saúde monitorada 24 horas por dia?
Não é ficção científica…já é fato. Aplicativos de celular, acessórios vestíveis, sensores ingeríveis e até implantáveis estão sendo cada vez mais capazes de rastrear nossos sinais vitais, nossa atividade física, dieta, qualidade do nosso sono, entre outros indicadores. Aí, esses dados são cruzados com a idade e até o nosso endereço. Isso mesmo! Quando o assunto é saúde, o nosso CEP pode ser mais importante do que o nosso DNA, uma vez que ele influencia na qualidade da água que a gente toma, na estrutura de saneamento básico, nas questões de vacinação que impactam diretamente na transmissão e no combate às doenças.
Quem nos disse isto foi o Dr. Daniel Kraft, chefe das pesquisas em Medicina Exponencial da Singularity University, que, numa entrevista pra lá de esclarecedora nos contou detalhes sobre o impacto da Medicina Exponencial nos nossos cuidados pessoais.
Para ele, o nosso sistema, atualmente, focado em combater doenças, finalmente poderá se tornar, verdadeiramente, um sistema de saúde. Com a capacidade não só de prevenir, mas também de prever doenças e agir com mais precisão, permitindo terapias menos tóxicas e mais acessíveis.
A explicação está na convergência das tecnologias, que vai nortear os próximos tempos.

Todas as tecnologias citadas acima se desenvolveram ao longo dos tempo separadamente. Mas, agora elas estão unindo forças e permitindo resultados mais rápidos e mais eficazes.
Isso significa que a medicina fica menos humana? Não. Muito pelo contrário.
Essas ferramentas vão exigir que os médicos saibam ligar os pontos e fazer as perguntas certas para tirar o melhor proveito da tecnologia.
Enquanto isso, o paciente se transforma no copiloto do seu próprio cuidado. Não buscando no Google o diagnóstico para seus sintomas, mas aprendendo a se monitorar, tomando consciência das próprias rotinas e ações e buscando ajuda médica não só depois de uma crise (um infarto, um derrame ou algum sintoma agudo), mas munido de informação e autoconhecimento.
Inovações que vão revolucionar o futuro da medicina
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Convergência tecnológica, mode on!
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