inteligencia artificial – Prosa Press | Produtora Audiovisual e Documentários Corporativos https://www.prosapress.com.br Produtora audiovisual em São Paulo. Criamos documentários corporativos, vídeos institucionais e narrativas estratégicas para marcas" Fri, 22 Nov 2019 17:23:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.5.5 Humanidade aumentada https://www.prosapress.com.br/humanidade-aumentada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=humanidade-aumentada&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=humanidade-aumentada https://www.prosapress.com.br/humanidade-aumentada/#respond Mon, 18 Nov 2019 18:04:28 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=5360 Você sabe qual é a diferença entre robôs, andróides e ciborgues?

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Você sabe qual é a diferença entre robôs, andróides e ciborgues? Já pensou que estamos vivendo uma relação com as máquinas tão próxima que a distinção do que é tecnologia e humanidade vai ficando mais difícil? O que será que temos a ganhar com isso?

Assista ao comentário de Patricia Travassos no Globonews Em Ponto:

Para começar nossa reflexão, pensa no celular. O smartphone passa 24 horas por dia na nossa mão. Eles se transformaram numa extensão do nosso braço mas, como “seres pensantes”, devemos transformá-lo na extensão do nosso cérebro, de modo a aumentar as nossas capacidades (de comunicação, potência e memória) e facilitar a nossa vida.

É nisso que acredita o cientista do Centro de Biônica Extrema do MIT, Hugh Herr. Ele esteve no Brasil para participar do HSM Expo Management 2019 e me deu uma entrevista.

Herr sofreu um acidente enquanto fazia uma escalada, aos 17 anos de idade. Acabou perdendo as duas pernas. Mas para surpresa de todos, com a prótese que ele criou, hoje ele não só caminha normalmente (a prótese obedece aos seus comandos neurais) como ele conseguiu voltar a escalar ainda melhor do que antes.

Ele adapta os pés da prótese de acordo com o tipo de escalada que ele precisa fazer e pode estender a própria altura para alcançar até 3 metros – altura que obviamente ele não tinha antes.

A conclusão dele é que, quando perfeitamente integrado à tecnologia, o homem pode performar melhor. Os grandes desafios são a adaptação perfeita em termos elétricos, mecânicos e dinâmicos. Mas quando é possível ligar o nosso cérebro a um computador, nossa humanidade é, sem dúvida, aumentada.

Os estudos relacionados ao desenvolvimento de próteses para deficientes ou para compensar paralisias estão avançados. Para se ter uma ideia, o próximo passo, para Hugh Herr, é que as pessoas que usam as próteses sejam capazes de sentí-las como parte do corpo mesmo! Não só em relação à identidade, mas no sentido da sensibilidade mesmo.

Agora, o cientista também está desenvolvendo dispositivos para pessoas que não possuem nenhuma deficiência aumentarem suas capacidades.

É uma espécie de exoesqueleto que facilita a caminhada: impulsiona a velocidade e permite saltar mais alto, por exemplo. Nos caso de profissionais de segurança ou de pessoas que precisam caminhar longas distâncias, a ideia é reduzir a fadiga e permitir mais eficiência.

Segundo o Hugh Herr, sabe aquela sensação de caminhar na esteira rolante, que parece que estamos andando nas nuvens? Então, tem até projeto de sapatos de salto alto tornando isso possível. Por enquanto, esses itens não estão no mercado, mas não devem tardar.

Limites entre a máquina e o homem

Os limites entre homem e máquina estão ficando cada vez mais sutis.

E respondendo à questão feita no início do texto:

Os robôs são máquinas programadas para realizar atividades de precisão, obedecendo a algoritmos ou atualmente a redes neurais capazes de aprender e evoluir com o tempo;

Os androides são robôs que têm formato de gente;

E os ciborgues são pessoas que têm suas capacidades aumentadas na interação com máquinas. E essa interação entre biologia e tecnologia está cada vez mais real.

Assista à entrevista completa no Prosa Talks:

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A humanidade aumentada https://www.prosapress.com.br/a-humanidade-aumentada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-humanidade-aumentada&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-humanidade-aumentada https://www.prosapress.com.br/a-humanidade-aumentada/#respond Tue, 04 Jun 2019 11:14:18 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=3921 Acompanhe a .Futuro Rio

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A tecnologia está cada vez mais presente em nossas vidas pessoais e profissionais. O impacto sobre quem somos como seres humanos e como nos relacionamos é imenso e não para de crescer.

terceira edição de .Futuro | Rio, conferência que discute tecnologia, inovação e futuro, receberá 550 participantes para palestras e workshops. O tema deste ano será A Humanidade Aumentada e acontecerá em dois dias de evento, 5 e 6 de junho

As palestras serão concentradas no dia 5 de junho com quatro momentos de discussão sobre como a tecnologia amplia as possibilidades humanas.

  • Homens e Máquinas: a abundância de hardware e software cria uma maior eficiência?
  • Homem 2.0: perspectivas sobre os novos conhecimentos do ser humano.
  • O profissional do futuro: a evolução das competências, IA, uso de dados e RH 2.0.
  • Nova linguagem: comunicação, marketing e publicidade na era pós-digital.

O programa prevê a presença de profissionais como:

A curadoria do evento é assinada pelo empresário e fundador da MOX Digital, Xavier Leclerc.

O evento será apresentado pela jornalista Patricia Travassos.

Para mais informações, acesse https://www.futuro-rio.com

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Inteligência artificial + inteligência humana = inteligência aumentada! https://www.prosapress.com.br/inteligencia-artificial-inteligencia-humana-inteligencia-aumentada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inteligencia-artificial-inteligencia-humana-inteligencia-aumentada&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inteligencia-artificial-inteligencia-humana-inteligencia-aumentada https://www.prosapress.com.br/inteligencia-artificial-inteligencia-humana-inteligencia-aumentada/#respond Wed, 17 Apr 2019 17:53:52 +0000 https://www.prosapress.com.br/blog/inteligencia-artificial-inteligencia-humana-inteligencia-aumentada/ Como a inteligência aumentada pode melhorar a vida das pessoas?

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Você sabia que o termo inteligência aumentada pode ser o mais adequado para se referir à IA? Entenda conceitos mais próximos a conhecimentos artificiais e humanos e saiba o porquê dessa afirmação.

Não é uma questão de ser controlado pela tecnologia, mas de dominá-la e usá-la em seu favor para melhorar processos, ampliar visões e aumentar a perspectiva sensorial. Nesse contexto, a inteligência aumentada se torna muito mais “amigável” que a inteligência artificial.

Entenda agora como essa quebra de paradigma cresce no pensamento empresarial!

O que é inteligência aumentada?

A inteligência aumentada tem a função de oferecer apoio ao conhecimento humano para ampliação cognitiva em informações, análises, planejamentos e execuções. É uma forma de alavancar a inteligência das pessoas.

Considere que a inteligência aumentada abrange a inteligência artificial, e não o contrário. E o conceito se completa somente quando também abrange a inteligência humana. Dessa forma, é possível aumentar o potencial das habilidades cognitivas das pessoas.

Quando há essa junção de inteligências é possível aprimorar o conhecimento humano em questões mais complexas e que exigem alta habilidade de raciocínio. Um exemplo claro acontece em análises clínicas que envolvam maquinários de alta tecnologia. A inteligência médica é ampliada nesse caso com diagnósticos mais precisos e soluções mais inteligentes.

Quais as diferenças entre inteligência aumentada, realidade aumentada e realidade virtual?

A realidade virtual utiliza óculos para simular ambientes dinâmicos e perceptíveis em três dimensões ou mais. A ideia consiste em aproximar situações imaginárias a movimentos reais e ampliar impressões humanas sobre os acontecimentos.

A realidade aumentada acrescenta figuras virtuais em um ambiente real por meio de uma câmera especial. Dessa forma, o telespectador observa uma interação entre o real e o imaginário em efeitos especiais.

Mais uma vez, a inteligência aumentada entra quando essas duas realidades são utilizadas para otimizar a inteligência humana. Por isso, é possível enxergar a inteligência aumentada numa visão mais holística e as realidades virtual e aumentada em uma micro visão.

A inteligência aumentada se iguala ao conhecimento humano?

Mesmo com imenso potencial, a realidade é que a inteligência aumentada acaba encontrando limitações em relação à inteligência humana. As pessoas têm múltiplas inteligências. O que acontece é que há tendências diferentes de desenvolvimento dessas inteligências.

Enquanto alguns contam com habilidades em pensamento criativo e artístico, outros dominam habilidades em resolução de problemas com pensamento sistemático e análise de conjuntura. Só para citar duas habilidades que jamais seriam alcançadas por inteligência aumentada.

A inteligência aumentada substituirá a inteligência artificial?

Há uma ideia de complementariedade, e não substituição. A tendência é que a consideração da inteligência aumentada cresça em relação à artificial, já que essa se distancia da interação humana enquanto aquela se aproxima.

A inteligência artificial se origina da programação de máquinas em classificações, generalizações e reconhecimento de padrões, ou seja, preparo de robôs para substituir ações mecanizadas, repetitivas ou que não envolvam pensamento complexo.

A automação de processos e o crescimento de quantidades de dados são previsões inevitáveis que garantem a importância da inteligência artificial. Por esse motivo, há uma tendência clara de substituição de determinados cargos de trabalho voltados para a linha operacional.

Conseguiu identificar a importância da inteligência aumentada em relação às demais? Comente se já conhecia o conceito ou se gostaria de implantar algo em sua organização que envolvesse essa capacidade!

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A profissão do presente https://www.prosapress.com.br/a-profissao-do-presente/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-profissao-do-presente&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-profissao-do-presente https://www.prosapress.com.br/a-profissao-do-presente/#respond Thu, 28 Mar 2019 19:37:55 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=3482 A Inteligência Artificial e as profissões do futuro

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Por Patricia Travassos

Qual espaço sobra para os humanos com o avanço da Inteligência Artificial? Há desafios, mas existem também inúmeras oportunidades, inclusive de emprego! Conheça a “Ciência de Dados”, a profissão do presente.

Pois é, eu passei 4 dias mergulhada num dos maiores congressos de Inteligência artificial do mundo que aconteceu semana passada no Vale do Silício e saí de lá com uma lista de reflexões sobre os desafios e oportunidades que a Inteligência Artificial apresenta para a inteligência natural dos humanos.

Enquanto a gente ouve falar em carros autônomos, já tem pesquisador testando caminhões e navios de carga autônomos.

Enquanto a gente ouve falar em IA para aumentar a precisão de diagnósticos médicos, já tem pesquisador usando a tecnologia para prevenir doenças e também para determinar o melhor tratamento para cada indivíduo.

Mas antes de mais nada, uma rápida definição de inteligência artificial pra gente ficar alinhado aqui no assunto:

  • Inteligência Artificial é a automatização de processos ou ações que só é possível a partir do cruzamento de dados com a tecnologia.

Ou seja: pensa no Waze, por exemplo: se eu venho para a TV Globo toda quinta-feira, ele já sabe que nesse dia, quando eu ligo o aplicativo cedinho, provavelmente, eu quero que ele me navegue pra cá no menor tempo possível. E aí, ele usa tecnologia de geolocalização e cruza com as minhas informações e as de todos os usuários que estão percorrendo todos os caminhos possíveis para sugerir a melhor rota pra mim.

Dito isso, vamos aos mitos, desafios e oportunidades que a IA traz pra nós:

IA é só para jovens?

Errado! O que eu vi no evento que promovia a aceleração da IA foi muita cabeça branca mentorando projetos. Pq? Porque é necessária muita experiência e consistência para programar as máquinas que prometem resolver nossos problemas.

Ameaças da Inteligência Artificial

Por falar em problemas, vamos primeiro às ameaças ligadas à IA:

  • Ameaça #1: 57% dos trabalhos estão potencialmente ameaçados – os mais afetados são os profissionais menos qualificados e com os piores salários (que fazem trabalhos repetitivos) e isso pode gerar uma bola de neve que traz uma segunda ameaça importante:
  • Ameaça #2: Aumento da desigualdade não só social, mas intelectual principalmente entre países desenvolvidos e em desenvolvimento

Para o Presidente da Nvidia, Jensen Huang, países como a China e a índia encontraram na ciência de dados a grande ferramenta de transformação e essa pode ser também a saída para países da America Latina, como o Brasil. Para isso, é preciso que a tecnologia fique mais acessível e um investimento em educação. A grande maioria das pesquisas que eu vi lá no congresso na California era sempre apoiada por grandes universidades (Harvard, Standford, Berkeley, entre outras).

Oportunidades da Inteligência Artificial

E daí, que a gente começa a falar das oportunidades:

  • Oportunidade #1: Os cientistas de dados são a PROFISSÃO do PRESENTE – não digo do futuro porque nos Estados Unidos, grandes empresas de tecnologia hoje têm centenas de vagas abertas que elas não conseguem preencher. O cientista de dados transforma dados em informações úteis.  Por isso ele é tão fundamental em tempos de excesso de dados. Alguém precisa organizar as informações ou elas simplesmente não valem nada.
  • Oportunidade #2: A tecnologia pode muito. Mas ela pode ainda mais em combinação com o homem.

A criadora de uma startup de saúde trouxe algumas estatísticas interessantes:

  • Segundo ela, os diagnósticos feitos por humanos tem 75% de precisão.
  • Os diagnósticos feitos por IA tem 85% de precisão
  • E os diagnósticos realizados em conjunto atingem 91% de precisão.

Esse é o segredo: unir tecnologia e talentos de todas as idades para transformar!

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Balanço final do Nvidia GTC2019 https://www.prosapress.com.br/balanco-final-nvidia-gtc2019/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=balanco-final-nvidia-gtc2019&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=balanco-final-nvidia-gtc2019 https://www.prosapress.com.br/balanco-final-nvidia-gtc2019/#respond Thu, 21 Mar 2019 22:17:46 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=3435 Um mergulho nas tecnologias mais avançadas

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Por Patricia Travassos

O Nvidia GTC2019 aqui em San Jose, na Califórnia, foi um grande mergulho nas tecnologias mais avançadas capazes de viabilizar e acelerar infinitas aplicações para Inteligência Artificial.

Sim, tão infinitas que algumas são até bem inusitadas – teve pesquisador aqui apresentando solução em AI para identificar inteligência extra terrestre.

Para quem não é técnico, parece mesmo coisa de outro mundo. Um universo paralelo formado por acadêmicos e cientistas da computação que formulam complexas equações para criar e integrar tecnologias que podem aprender sozinhas e evoluir. Machine learning, deep learning, redes neurais.

E o que se discutiu aqui nos últimos dias foram maneiras de acelerar todo esse ecossistema:

Aumentando a velocidade, a capacidade, a integração e a inferência.

Reduzindo tempo e custo.

Teve brasileiro se destacando entre os 5 finalistas de projetos que demandam aceleração computacional! O Nilton Guedes criou uma rede neural que automatiza o design de peças em que a aerodinâmica é fundamental para economizar energia e melhorar o desempenho – isso serve para o mercado de aviões, pra fabricação de turbinas eólicas…Ele calcula que o tempo de projeto pode cair até 60% e a eficiência energética aumentar em até 15%.

Isso para um mercado específico…mas os projetos apresentados aqui têm impacto direto na vida de qualquer pessoa.

Na saúde, por exemplo: os trabalhos estão avançando rápido demais. As discussões já vão muito além do uso de Inteligência Artificial para dar mais precisão a diagnósticos. Agora a Inteligência Artificial está sendo aplicada antes e depois da detecção das doenças. Definir o melhor tratamento para cada pessoa e revolucionar a prevenção graças às máquinas inteligentes e às “pecinhas que vão atrás das máquinas”

Por falar nisso, se eu fosse escolher o protagonista do momento em Inteligência Artificial, você conseguiria imaginar quem seria?

Aposto que você pensou nos Veículos Autônomos, né? Eles também estão  avançando rápido demais. Além de carros, já tem gente testando caminhão autônomo e até navios autônomos.

Mas, não eles não são o meu maior destaque.

O meu destaque vai para os cientistas de dados! Os profissionais mais necessários e mais escassos do momento. As empresas estão dispostas a contratar, mas simplesmente não conseguem suprir tantas vagas que surgem para eles nesse universo de Inteligência Artificial.

E sabe porque o mercado está tão bom para eles? Porque a geração de dados hoje é incessante e tanta informação precisa de organização para se tornar útil. Senão ela não vale nada!

Agora, se a escassez desses profissionais é global com 3 milhões de data cientistas espalhados por aí, imagina no Brasil!

Essa é uma grande preocupação. Com o avanço tão complexo de tecnologias, a distância entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento tende a ficar cada vez maior.

Se a Inteligência Artificial ameaça potencialmente 57% dos trabalhos – certamente os mais afetados serão os profissionais menos qualificados e que ganham pouco. E aí, é a famosa bola de neve que pode gerar um problema social grave.

Bom, para o CEO da Nvidia, Jensen Huang, a ciência de dados já é  a principal ferramenta de transformação de países como a China, a India e pode ser também para a América Latina. Para isso, é preciso que a tecnologia fique mais acessível. As plataformas abertas e as parcerias tem ajudado muito nisso. Mas é preciso um investimento mesmo é em educação.

A gente viu aqui grande parte das pesquisas estão sempre apoiadas por grandes universidades…tem muito jovem, mas eu fiquei impressionada com a quantidade de “cabeças brancas” mentorando projetos de Inteligência Artificial com experiência e consistência acadêmica. Não tem essa de ficar obsoleto…mas de se atualizar o tempo todo e se conectar com esse novo mundo aprendendo a trabalhar junto com os robôs, para tirar o melhor proveito deles e potencializar os resultados.

A criadora da CloudMedX, uma startup de saúde, trouxe algumas estatísticas interessantes:

  • Segundo ela, os diagnósticos feitos por humanos tem 75% de precisão.
  • Os diagnósticos feitos por IA tem 85% de precisão
  • E os diagnósticos realizados em conjunto atingem 91% de precisão.

Esse é o segredo: unir tecnologia e talentos de todas as idades para transformar!

Até a próxima cobertura! Valeu!

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Novas possibilidades em Inteligência Artificial e Machine Learning https://www.prosapress.com.br/novas-possibilidades-em-inteligencia-artificial-e-machine-learning/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=novas-possibilidades-em-inteligencia-artificial-e-machine-learning&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=novas-possibilidades-em-inteligencia-artificial-e-machine-learning https://www.prosapress.com.br/novas-possibilidades-em-inteligencia-artificial-e-machine-learning/#respond Tue, 19 Mar 2019 22:47:08 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=3404 Veja os principais destaques do Keynote de Jensen Huang, CEO da Nvidia

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O palco do Keynote mais importante do GTC2019 foi montado na quadra esportiva da Universidade de San Jose, Califórnia. Lugar perfeito para inspirar jovens a se tornarem cientistas de dados – “são eles que transformam a infinidade de dados disponível hoje em informação útil”, afirmou Jensen Huang. As arquibancadas ficaram cheias para ver o CEO da Nvidia falar sobre as novidades em inteligência artificial – “área da computação que cresce mais rápido no mundo atualmente”. Carismático, o executivo em sua jaqueta de couro, anunciou lançamentos, conquistas e novidades:

  • Huang reforçou a importância da colaboração para a contínua evolução da arquitetura do chip, dos sistemas, dos algoritmos e das aplicações. Com isso, o ecossistema vem crescendo de maneira acelerada. Já são mais de 1,2 milhão de desenvolvedores, 125 sistemas que utilizam a computação acelerada dentre os 500 supercomputadores mais potentes, e mais de 600 aplicações “powered by Nvidia”
  • A Mallanox, designer de chips israelense e líder em computação de alta performance foi anunciada há poucos dias como a mais recente aquisição da empresa numa clara aposta na ampliação dos negócios de data centers.
  • Foram anunciadas parcerias com Dell, HP e Lenovo para o lançamento de Workstations de alta performance. Os equipamentos utilizarão sistemas dedicados para data analytics, machine learning e deep learning e pelas novas GPUs Nvidia e pela biblioteca de aceleração CUDA-X AI
  • Outro anúncio foi o do CUDA-X AI, que tornará mais rápido e fácil acelerar pesquisas científicas com GPUs. O CUDA-X AI é a única biblioteca end-to-end voltada para acelerar a análise de dados (data scientce). A biblioteca foi adotada pelos principais serviços de cloud incluindo Amazon Web Services, Google Cloud Platform e Microsoft Azure. Também foi adotado pelo PayPal, SAS e Walmart.
  • Outro destaque foi o anúncio do Omniverse. Trata-se de uma ferramenta de colaboração similar ao Google Docs para Designers 3D. Com ele, as pessoas podem trabalhar em colaboração de qualquer lugar do planeta.
  • Os gamers não ficaram de fora dos anúncios da Nvidia. O CEO também falou sobre a tecnologia GeForce Now que conecta o computador do usuário com computadores em nuvem da empresa equipados com placas capazes de oferecer uma performance única. O serviço ainda está em testes e deve ser lançado até o final deste ano.
  • Huang também anunciou uma novidade que vai deixar a comunidade “makers” feliz: uma placa de computação dedicada à Inteligência Artificial que custará $99, a Jetson Nano. O objetivo é permitir que estudantes e desenvolvedores criem e implementem recursos de IA (Inteligência Artificial).
  • Finalmente, Huang anunciou a parceria da Nvidia com a Toyota para o desenvolvimento de veículos autônomos. Por mais distante que pareça, em poucos anos devemos conviver com carros autônomos em larga escala (e andar neles).    

Foram mais de duas horas de palestra que destacaram avanços em Computação Gráfica, Robótica e Data Science, sempre em busca de mais velocidade, capacidade e inferência, no desenvolvimento de novas aplicações e na previsão do que está por vir.

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Quando a Inteligência artificial parece brincadeira de criança https://www.prosapress.com.br/inteligencia-artificial-transforma-rabiscos-em-imagens-incriveis/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inteligencia-artificial-transforma-rabiscos-em-imagens-incriveis&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inteligencia-artificial-transforma-rabiscos-em-imagens-incriveis https://www.prosapress.com.br/inteligencia-artificial-transforma-rabiscos-em-imagens-incriveis/#respond Tue, 19 Mar 2019 13:06:03 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=3399 Nova ferramenta permite criar imagens incríveis

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Pense numa bela paisagem. Praia, campo? Como está o céu? E o clima? Agora, você saberia desenhar esta imagem que se formou na sua cabeça? Esse talento é para poucos. Mas, com a ajuda de deep learning machine associada ao design gráfico, pesquisadores da Nvidia, em parceria com a Universidade de Berkeley e com o MIT, garantem que qualquer um pode reproduzir imagens tão realistas quanto uma fotografia. 

Como? A partir de redes neurais treinadas por um gigantesco um banco de dados encontrado na internet. Os responsáveis pela tecnologia Bryan Catanzaro e Ming-Yu Liu explicam que milhares de fotos reais foram capturadas e organizadas em “tags” num chamado painel semântico. Lá você escolhe, nos mínimos detalhes, cada um dos elementos para compor a sua paisagem: rio, mar, montanha, pedra, areia, neve, nuvem? É possível ainda incluir efeitos dramáticos ao “desenho”, escolhendo o clima segundo estações do ano ou horário da “foto”. O curioso é que todos os elementos escolhidos para compor a paisagem interagem e se comportam com coerência às opções seguintes. Por exemplo: se você decidir fazer nevar na sua montanha, a árvore que estava lá compondo a paisagem vai ganhar aparência típica do inverno. 

A apresentação da ferramenta não por acaso apelidada de GauGAN (num trocadilho entre Generative Adversarial Networks e o nome do famoso pintor francês, Paul Gauguin) me lembrou aqueles programinhas infantis de pintura que costumo brincar com a minha filha de 3 anos. A gente escolhe as cores, o tipo de pincel e desenha. Nesse caso, a diferença é a complexidade de opções e o resultado final: totalmente realista.

Os testes são tão realistas que um jornalista da plateia levantou uma questão muito pertinente: essa tecnologia não irá alimentar ainda mais as fake-news e colocar em xeque a credibilidade do conteúdo que é publicado na internet? Catanzaro responde que esse é um debate importante: o objetivo da tecnologia é tornar games ainda mais interativos e bonitos. Hoje, já existem tecnologias de foto e vídeo capazes de criar imagens idênticas à realidade e esta nova ferramenta representa mais um avanço. Que se faça um bom uso dela”. 

Quem viver, verá mas poderá se divertir bastante com a ferramenta também! Só um detalhe: para fazer os desenhos “mágicos” em tempo real, é preciso um computador de alta performance!

Para saber mais sobre o projeto, veja o vídeo abaixo:

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Transformação digital nas empresas

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Procurar emprego: a tecnologia pode ajudar a encontrar o emprego ideal? https://www.prosapress.com.br/procurar-emprego-na-internet/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=procurar-emprego-na-internet&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=procurar-emprego-na-internet https://www.prosapress.com.br/procurar-emprego-na-internet/#respond Mon, 18 Mar 2019 21:14:31 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=3383 Conheça as principais plataformas para procurar emprego

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Volta e meia, a gente ainda flagra aquelas filas enormes de candidatos a empregos, dando a volta no quarteirão em torno de centros de recrutamento e seleção, mas já existem formas menos cansativas de buscar recolocação no mercado. A tecnologia vem mudando a nossa relação com o tempo e o espaço até na hora de procurar emprego?

Sim! Pra começar, as buscas migraram dos classificados pro celular. 70% das buscas por emprego hoje se dão por smartphones. Esse é um número GLOBAL, estimado pela Indeed (que é um site de busca de vagas), mas reflete também o comportamento do desempregado brasileiro, de norte a sul do país.

Na minha opinião, esse resultado é motivado por inúmeras plataformas digitais que vem sendo lançadas para facilitar a aproximação entre empregadores e candidatos, usando inteligência artificial. Parecem aqueles apps de relacionamento que conectam pessoas que apresentam afinidades – nesse caso, aproxima candidatos a vagas com objetivos e até propósitos em comum.

Quais as principais Plataformas Digitais para procurar emprego?

Eu reuni algumas delas que mostram a variedade do que se tem por aí: 

  • Indeed – 130 mil vagas abertas no Brasil / oportunidades em 70 países
  • Talentix – Engenheiros e profissionais de TI / currículos em vídeo
  • Maturi Jobs – Profissionais acima dos 50 anos
  • Linkedin – Rede social profissional

Para o empregador, essas ferramentas agilizam demais os processos e permitem uma primeira peneira bem mais assertiva em relação a escolha dos talentos que mais combinam com determinada vaga.

 

Como lidar com o Recrutamento e Seleção 4.0?

Os candidatos precisam se adaptar e aprender a lidar com um processo muito mais digital. Então, seguem algumas dicas, com alertas para quem está buscando um trabalho nos tempos atuais:

  • Primeiro filtro não é mais humano 
  • Selecionar palavras-chaves para potencializar “matches”
  • Driblar a frieza do processo com precisão de informações
  • Redução de preconceitos
  • Mercado local virou global

As crianças de hoje que crescem conectadas a plataformas de ensino – e muitas escolas já fazem registro eletrônico de performance – estão criando um histórico que no futuro poderá alimentar a Inteligência artificial para ajudar na escolha (e claro, também na exclusão) de carreiras e de candidatos a vagas de emprego.

Será que meu trabalho será substituído por um robô?

Para quem está se sentindo ameaçado pelas novas tecnologias, tem até plataforma que analisa as chances do seu ofício ser tomado por robôs:

E aí, muito provavelmente, segundo os futuristas, você poderá receber uma oferta de trabalho com um click. Esse é o sonho do Felipe Calbucci– gestor da Indeed no Brasil. 

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Efeitos da hiperconexão https://www.prosapress.com.br/efeitos-da-hiperconexao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=efeitos-da-hiperconexao&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=efeitos-da-hiperconexao https://www.prosapress.com.br/efeitos-da-hiperconexao/#respond Fri, 19 Oct 2018 14:34:23 +0000 https://www.prosapress.com.br/?p=3087 Tudo começa com a ansiedade de querer acompanhar a rapidez e a capacidade dos computadores.

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O brasileiro é um dos campeões mundiais em relação ao tempo que permanece conectado à internet: são, em média, 9h14 por dia! Isso traz consequências físicas e também psicológicas já em discussão na comunidade científica. Você já ouviu falar em tecnostress e obesidade digital? Estas são algumas síndromes que estão surgindo e ganhando cada vez mais popularidade em tempos de hiperconectividade.

Tudo começa com a ansiedade de querer acompanhar a rapidez e a capacidade dos computadores. A ameaça de que os robôs com inteligência artificial vão tomar nossos postos de trabalho tem gerado uma espécie de competição entre o cérebro e os micro-processadores.

Sem chance nenhuma de ganhar essa “briga”, tem gente desenvolvendo o chamado tecnostress que resulta em tensão, irritabilidade e perda de paciência. As pessoas ficam menos dispostas a esperar por uma resposta. Querem tudo de forma imediata e instantânea, e muitas vezes, sem se dar conta, ficam imersas no mundo virtual.

Dá só uma olhada nos memes que andaram circulando pela internet com imagens dos dedos mindinhos de quem não consegue se desconectar do celular e apoia o aparelho no dedinho…((há que diga que é Fake, mas serve de alerta pra vc começar a pensar se tá passando tempo demais com o celular na mão. Existem vários aplicativos que mapeiam isso e para quem tem IPhone, na última atualização, ele monitora toda a navegação. Serve de controle.))

Aqui falam que é fake news, mas conheço gente com o dedinho torto… haha

Entre os nativos digitais, que têm toda essa intimidade com a tecnologia, já não parece absurda a ideia de assistir a um filme em velocidade maior que a normal para que ele termine logo. Ou ainda que se divida a tela para acompanhar mais de um conteúdo por vez. E aí, obviamente, isso muda totalmente a relação com a experiência.

Eu conversei com o psicólogo e hebiatra (que é o médico especializado em adolescente), Maurício de Sousa Lima sobre algumas consequências desse comportamento entre os jovens:

  • Prejuízo do sono
  • Baixa no sistema imunológico
  • Perda de atenção
  • Perda de memória de curto e longo prazos

E ele percebe algumas tendências: a primeira delas é um prejuízo importante na qualidade do sono. O sono tende a ser mais picado e não obedecer às 8 horas indicadas. Porque os jovens não querem ficar tanto tempo desconectados e, quem pode, divide o sono em 2 períodos de 3 ou 4 horas (um à tarde e outro já de madrugada). Isso reflete numa queda de atenção e do sistema imunológico e na perda da capacidade de atenção e memória.

Tudo isso vem sendo resolvido como? Muitas vezes com medicamento até de uso controlado e alto custo. Além dos remédios, surge um mercado enorme de energéticos e suplementos vitamínicos que prometem melhorar sua performance cerebral dando foco, memória, reduzindo a fadiga mental…

Outra síndrome é a chamada F.O.M.O (Fear of missing out ou “medo de ficar de fora”). Com o excesso de opções e sem querer perder nada o prazer do momento presente fica comprometido. Você está numa festa e vê nas redes sociais que o seu amigo tá “mais feliz em outra” e começa a descurtir o seu momento.

O futurista alemão Gerd Leonhard chama tudo isso de obesidade digital e a metáfora faz todo sentido: o “banquete digital” está servido, permitindo uma hiperconectividade que pode ser tão nociva à saúde quanto o sobrepeso. É a vontade de usar mais e mais dispositivos e consumir mais e mais dados que pode levar a um vício comparável à compulsão alimentar. E aí quando nos desconectamos, temos a sensação de que estamos incompletos, fora do mundo.

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